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A Cruz: um “tiro no pé” das TJs


Para as Testemunhas de Jeová, Jesus não foi crucificado, mas estacado. Mesmo usando até 1930, o símbolo de uma coroa e de uma cruz, após mais uma falácia de Rutherford, mudaram para a estaca a forma de martírio de Cristo.

Mas por mais que tentem negar, a sua própria tradução os trai, veja o que está escrito em João 20.25 da tradução do novo mundo (TNM).

” Temos visto o Senhor! Mas , ele lhes disse: “A menos que eu veja nas suas mãos o sinal DOS PREGOS e ponha o meu dedo no sinal DOS PREGOS , e ponha a minha mão no seu lado, certamente não acreditarei”.

Fica evidente “pregos”, a figura que as TJs costumam usar para mostrar como Jesus teria morrido, apresenta somente um prego. Parece que esqueceram esse detalhe. O testemunho da história depõe contra as TJs, Plauto, teatrólogo romano (254-184 a.C.), foi quem mais escreveu sobre a cruz  é a crucificação em Roma. Em sua peça,”O soldado fanfarrão”, ele descreve todo o processo de crucificação, fazendo menção de duas peças, o stipes, estaca vertical , fincada no solo, e o patibulum, a viga transversal: ” a ti , que hás de morrer fora da porta, de mão estendida , depois de trazerem o patibulum.” ( Versos 359, 360). Essa descrição é confirmada , mais tarde por Justino, o mártir ( Diálogo com Trifão 40.3; 90.4;91.1).

Autor: Fábio dos Santos Camino via Zap.
Cacp
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